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Analistas da indústria fazem análises audaciosas do que pode acontecer com a área de TI ao longo do ano com o reaquecimento da economia.

Pedimos a seis observadores da indústria de TI para fazerem suas previsões para 2010, e analisarem quem sairá vencedor e quem sairá perdedor neste ano. Confira o que dizem analistas e consultores da área de tecnologia da informação nos Estados Unidos:

Pessoal e profissional

As vendas de computadores no mercado corporativo ficaram fracas por um tempo. De fato, a média de idade dos computadores é cinco anos. Nesse tempo, e-readers, smartphones, netbooks e laptops inundaram o mercado com preços agressivos. No fim de 2010, a área de TI deve se sentir oprimida pelo crescimento de empregados de todos os níveis querendo ajuda para conseguir colocar seus próprios produtos para funcionarem em redes corporativas - Rob Enderle, principal analista do Enderle Group.

O fim dos “brindes” na internet

A internet não era um ambiente comercial em seus primeiros 30 anos de existência, estabelecendo um núcleo ético não-lucrativo. O ano de 2010 marcará o fim do “grátis burro” e uma transição para o “grátis inteligente”. Fabricantes sempre darão “amostras grátis”, mas seus principais produtos serão pagos, seja por assinatura ou por micropagamentos. Serviços de banda larga podem introduzir limites de 50 GB por mês, cobrando multas para quem ultrapassar isso - Bo Parker, diretor do PricewaterhouseCoopers.

Cansados do Facebook
Nós veremos as redes sociais diminuírem, mas usuários continuarão usando plataformas para construir a própria marca. Para  a maior parte das pessoas, atualizar o Facebook é tedioso; Twitter exige muito trabalho, mas pode ser um bom meio de se promover, com esforço. LinkedIn está melhorando, muito por causa da seção de respostas: usuários podem se tornar autoridades reconhecidas em assuntos investindo uma hora ou duas por semana postando questões e respostas - Mike Dover, co-autor do livro Wikibrands: Como construir uma imagem em um Mercado controlado pelo consumidor (tradução livre do inglês Wikibrands: How to Build a Brand in a Customer-Controlled Marketplace).